Há desajustes psicológicos, reconhecidos como de natureza do indivíduo, que também podem ser observados no comportamento coletivo de certos grupos - um deles é a Esquizofrenia Política. Esse é um mal caracterizado por um pensamento vago e obscuro, induzindo o sujeito à crença de que situações quotidianas possuem um significado diferente da realidade, o qual pode se manifestar sob variados aspectos, tendo como sintomas mais comuns os delírios de perseguição e delírios de grandeza. No primeiro caso, o sujeito crê ser perseguido por supostos inimigos, e no segundo, o sujeito projeta em si um status quo maior que a sua realidade individual. Em ambas as situações, principalmente no modelo paranóide de esquizofrenia, há altos níveis de fúria como reação de defesa ao seu delírio.
Assim como qualquer grupo social que é formado por indivíduos atraídos pelas semelhanças, também os partidos políticos trazem esse mecanismo de formação. Grave se torna quando um partido político guarda no conjunto dos seus, esse comportamento que beira o desequilíbrio. Um “partido esquizofrênico” rejeita lidar com a realidade como ela é, e distorce-a como mecanismo de adequação à sua convivência e conveniência.
Para um “partido esquizofrênico”, ele é sempre vítima da perseguição infundada. Todos são contra ele, e todos têm a vontade de destruí-lo. No seu delírio, vocifera aos quatro cantos, que supostos inimigos lhe apontam flechas venenosas, no desejo de abater as suas ideologias. Faz o discurso do “vitimismo” quando a referência é o outro. São os veículos de imprensa, são as diversas classes profissionais, são os empreendedores, são os adversários, todos estes, inimigos fantasmagóricos. No entanto, quando um “partido esquizofrênico” refere a si mesmo, ele o faz com todo o entusiasmo da hipérbole. Tudo que advém dele, traz as marcas da grandiosidade inigualável. Apenas ele é dotado de capacidades virtuosas. Apenas ele, carrega a hombridade do ofício de executar e propiciar benfeitorias. Enquanto o sujeito se crê Jesus, César, ou Napoleão, um “partido esquizofrênico” se autoconceitua como excelência democrática. Entre a sua vontade perfeita e a perseguição dos supostos fantasmas, está a mentira, como alicerce de sustentação desses seus delírios. A mentira passa a ser o seu escudo e a sua lança no propósito de convencer o rebanho útil.
Para um “partido esquizofrênico”, se houve boa colheita, é porque ele adubou a terra e trouxe a chuva; se não houve o que colher, é porque os ventos inimigos sopraram as nuvens para longe de suas plantações. Se a sede foi saciada, é porque ele despejou nos copos a sagrada água; se há o flagelo da sede, é porque os inimigos não abriram poços; onde há bem-estar é porque ele semeou gotas de alegria; onde há tristeza é porque os inimigos se fizeram presentes.
Um indivíduo esquizofrênico não reconhece, e por isso não admite o seu desajuste, assim também se comporta um “partido esquizofrênico”. Mergulhado em seus delírios e alucinações, um “partido esquizofrênico” se utiliza da fúria para fazer valer os seus devaneios. Ele cospe, morde, arranha e pisoteia quem os questiona. Até mesmo a Carta Magna não vale mais que um folhetim, se essa não atende aos propósitos de um “partido esquizofrênico”.
Não desejo a qualquer cidadão do mundo, viver sob o regime de um “partido esquizofrênico”, pois a agudeza do seu desequilíbrio resulta em tirania e ditadura.
Há desajustes psicológicos, reconhecidos como de natureza do indivíduo, que também podem ser observados no comportamento coletivo de certos grupos - um deles é a Esquizofrenia Política. Esse é um mal caracterizado por um pensamento vago e obscuro, induzindo o sujeito à crença de que situações quotidianas possuem um significado diferente da realidade, o qual pode se manifestar sob variados aspectos, tendo como sintomas mais comuns os delírios de perseguição e delírios de grandeza. No primeiro caso, o sujeito crê ser perseguido por supostos inimigos, e no segundo, o sujeito projeta em si um status quo maior que a sua realidade individual. Em ambas as situações, principalmente no modelo paranóide de esquizofrenia, há altos níveis de fúria como reação de defesa ao seu delírio.
Para um “partido esquizofrênico”, ele é sempre vítima da perseguição infundada. Todos são contra ele, e todos têm a vontade de destruí-lo. No seu delírio, vocifera aos quatro cantos, que supostos inimigos lhe apontam flechas venenosas, no desejo de abater as suas ideologias. Faz o discurso do “vitimismo” quando a referência é o outro. São os veículos de imprensa, são as diversas classes profissionais, são os empreendedores, são os adversários, todos estes, inimigos fantasmagóricos. No entanto, quando um “partido esquizofrênico” refere a si mesmo, ele o faz com todo o entusiasmo da hipérbole. Tudo que advém dele, traz as marcas da grandiosidade inigualável. Apenas ele é dotado de capacidades virtuosas. Apenas ele, carrega a hombridade do ofício de executar e propiciar benfeitorias. Enquanto o sujeito se crê Jesus, César, ou Napoleão, um “partido esquizofrênico” se autoconceitua como excelência democrática. Entre a sua vontade perfeita e a perseguição dos supostos fantasmas, está a mentira, como alicerce de sustentação desses seus delírios. A mentira passa a ser o seu escudo e a sua lança no propósito de convencer o rebanho útil.
Um indivíduo esquizofrênico não reconhece, e por isso não admite o seu desajuste, assim também se comporta um “partido esquizofrênico”. Mergulhado em seus delírios e alucinações, um “partido esquizofrênico” se utiliza da fúria para fazer valer os seus devaneios. Ele cospe, morde, arranha e pisoteia quem os questiona. Até mesmo a Carta Magna não vale mais que um folhetim, se essa não atende aos propósitos de um “partido esquizofrênico”.